O IGWT finalmente adentrou a era do novo Blogger. u.u
E sabe de uma coisa? Algo me diz que mais vem por aí...
sexta-feira, abril 20, 2007
segunda-feira, abril 09, 2007
O Selo
Sabe o que me faria mais feliz hoje? Mais do que qualquer coisa? A morte. Mas não a minha morte. A sua. E não bastaria apenas saber que você morreu. Não. Para que a minha felicidade fosse completa, eu gostaria de assistir você morrer, saborear cada instante, assistir a vida deixar seu corpo lentamente, com sofrimento suficiente para ver a dor estampada em seu rosto. E ao final de tudo, presenciar o sublime momento em que seus olhos estáticos perdessem aquele suave brilho de vida...
Gritos e sangue! Eu adoraria ouvir gritos de dor e ver o sangue esvair de seu corpo. Pensando bem, isso nem seria obrigatoriamente necessário. Isso me seria prazeroso sim, não posso negar. Mas igual prazer eu também sentiria ao te ver morrer em situação simplesmente humilhante ou de alguma doença que te fizesse definhar dolorosa e lentamente.
Se eu quero te matar? Não, eu não seria capaz. Eu não seria capaz de arruinar o meu momento perfeito de felicidade, ainda que ele seja uma remota possibilidade. Porque se eu te matasse, você poderia substituir aquela expressão de dor que eu tanto desejo ver, pelo sorriso vencedor de quem, enfim, foi para o inferno, mas levou o inimigo junto. Não. Quero assistir você ir para o inferno completamente só, tendo como última lembrança da vida o meu sorriso satisfeito ao te ver sumir, deixar de existir.
Para aumentar minhas chances de presencear o seu momento derradeiro, eu te visitaria no leito do hospital, levaria flores ao seu quarto ou as jogaria sobre o seu túmulo, tudo para selar no seu corpo inerte, o ódio que outrora você selou em mim.
Gritos e sangue! Eu adoraria ouvir gritos de dor e ver o sangue esvair de seu corpo. Pensando bem, isso nem seria obrigatoriamente necessário. Isso me seria prazeroso sim, não posso negar. Mas igual prazer eu também sentiria ao te ver morrer em situação simplesmente humilhante ou de alguma doença que te fizesse definhar dolorosa e lentamente.
Se eu quero te matar? Não, eu não seria capaz. Eu não seria capaz de arruinar o meu momento perfeito de felicidade, ainda que ele seja uma remota possibilidade. Porque se eu te matasse, você poderia substituir aquela expressão de dor que eu tanto desejo ver, pelo sorriso vencedor de quem, enfim, foi para o inferno, mas levou o inimigo junto. Não. Quero assistir você ir para o inferno completamente só, tendo como última lembrança da vida o meu sorriso satisfeito ao te ver sumir, deixar de existir.
Para aumentar minhas chances de presencear o seu momento derradeiro, eu te visitaria no leito do hospital, levaria flores ao seu quarto ou as jogaria sobre o seu túmulo, tudo para selar no seu corpo inerte, o ódio que outrora você selou em mim.
sexta-feira, março 30, 2007
Contatos imediatos
Eu sou muito bem resolvida quando o assunto é dar esmolas. Por uma série de razões (que talvez rendam um próximo post), salvo raríssimas exceções, eu não dou esmolas. Ponto. Mas confesso que é realmente difícil dizer não em certas situações. Comigo, como com todo ser humano normal (acredito eu), acontece de bater aquele sentimento de culpa, lá no fundinho, por dizer um belo e sonoro "não" na cara do desafortunado.
Pois bem, hoje à caminho do trabalho, enquanto eu esperava um ônibus, me aparece um sujeito baixinho, bem vestido até, me empurrando insistentemente um papel escrito à caneta sem dizer palavra e com um sorriso bobo no rosto. Deduzi que o tal era mudo e sem nem ler, já que eu não ia lhe dar nada mesmo, empurrei delicadamente o papel de volta dizendo que não tinha dinheiro. (Como se o coitado pudesse ouvir o que eu dizia, né? Eu sempre fico sem saber o que fazer quando lido com mudos por não ter certeza se eles também são surdos...)
Eis que o mudinho se empolga. Sorridente, pega a minha mão, como que tentando dizer um "Obrigado assim mesmo". Retribuo o sorriso e o aperto de mão (talvez pra fazer sumir o maldito sentimento de culpa que já está apontando lá dentro) e antes que eu me dê conta, não é que o mudinho me tasca um beijo no meio da bochecha??? Não, eu não vejo problema algum em receber um beijo de um estranho. O problema é quando você recebe um beijo que deixa a sua bochecha lambuzada de algo que você não consegue relacionar a simples baba, porque é simplesmente viscoso demais pra ser somente baba. E piora mesmo quando você, ao tentar limpar, descobre que além de inacreditavelmente viscoso, aquilo fede! E muito! E eu indo trabalhar rezando pra não encontrar ninguém conhecido, pra não ter que virar a cara quando a pessoa viesse me cumprimentar com beijinho.
Moral da história: que campanha dos abraços grátis, que nada! Se alguém na rua tentar te abraçar ou, pior ainda, te dar um beijo, fuja! Pode ser um alien!
Pois bem, hoje à caminho do trabalho, enquanto eu esperava um ônibus, me aparece um sujeito baixinho, bem vestido até, me empurrando insistentemente um papel escrito à caneta sem dizer palavra e com um sorriso bobo no rosto. Deduzi que o tal era mudo e sem nem ler, já que eu não ia lhe dar nada mesmo, empurrei delicadamente o papel de volta dizendo que não tinha dinheiro. (Como se o coitado pudesse ouvir o que eu dizia, né? Eu sempre fico sem saber o que fazer quando lido com mudos por não ter certeza se eles também são surdos...)
Eis que o mudinho se empolga. Sorridente, pega a minha mão, como que tentando dizer um "Obrigado assim mesmo". Retribuo o sorriso e o aperto de mão (talvez pra fazer sumir o maldito sentimento de culpa que já está apontando lá dentro) e antes que eu me dê conta, não é que o mudinho me tasca um beijo no meio da bochecha??? Não, eu não vejo problema algum em receber um beijo de um estranho. O problema é quando você recebe um beijo que deixa a sua bochecha lambuzada de algo que você não consegue relacionar a simples baba, porque é simplesmente viscoso demais pra ser somente baba. E piora mesmo quando você, ao tentar limpar, descobre que além de inacreditavelmente viscoso, aquilo fede! E muito! E eu indo trabalhar rezando pra não encontrar ninguém conhecido, pra não ter que virar a cara quando a pessoa viesse me cumprimentar com beijinho.
Moral da história: que campanha dos abraços grátis, que nada! Se alguém na rua tentar te abraçar ou, pior ainda, te dar um beijo, fuja! Pode ser um alien!
terça-feira, março 27, 2007
sexta-feira, março 23, 2007
Deixem os Geeks em paz!
Acabei de ler uma matéria no Webinsider que, a meu ver, merece citação. Na matéria, Gilberto Alves Jr. cita dez itens essenciais para fazer um geek render mais no trabalho. Leia o artigo aqui.
Tenho certeza que no mínimo alguns dos que me lêem vão se identificar. À vocês: já pensaram o tamanho do discurso que essa matéria renderia?
Tenho certeza que no mínimo alguns dos que me lêem vão se identificar. À vocês: já pensaram o tamanho do discurso que essa matéria renderia?
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